quarta-feira, 27 de abril de 2016

Faltam 3 dias para o Earth Fest

A programação não pára de crescer!

Consultem a programação no blog



A Casa Verde Cozinha Ética instalou hoje o sistema de lavagem de loiça, com a preciosa mentoria e autoria de Luis Amaral!
Ficou um mimo!

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Dia da Terra / Semana da Terra

A Câmara Municipal de Lisboa assinalou, na Estufa Fria, o dia da Terra


Na abertura da semana da terra

Neste evento tivemos o privilégio de visitar a seguinte exposição e que recomendo vivamente!!!
A exposição %!? Ver o presente, patente entre 22 de abril e 31 de julho, materializa em gráficos tridimensionais os grandes números dos consumos de alguns dos recursos naturais mundiais tornando compreensível  pela nossa perceção a intensidade com que estamos a consumir o planeta desde 1960 até à atualidade. Paralelamente à exposição está previsto um conjunto de iniciativas.  Esta mostra estará patente no Centro de Interpretação da Estufa Fria.

Este trabalho é da autoria do Centro de Ciência Viva de Estremoz que realiza visitas às escolas com estas temáticas. 
Uma óptima sugestão para as escolas do nossos filhos.


bjnhs

terça-feira, 19 de abril de 2016

Parceiros e Fornecedores da Casa Verde Cozinha Ética no EARTH FEST

O blog do EARTH FEST  :)




Promete ser um grande evento!

Vão até lá e provem o que vos estamos a preparar.

A cafetaria está entregue à COZINHA ÉTICA - uma parceria inédita entre:

Lucie Rousset (cozinheira) ligada à Escolinha da Aldeia das Amoreiras (Alentejo)  lucie.rousset@yahoo.fr

Monte Mimo (Rita Magalhães - cozinheira) https://montemimo.wordpress.com/

Souto Queimado (Joana Gil Nave - cozinheira) http://soutoqueimado.blogspot.pt/


A Casa Verde e a Reco, escolheram criteriosamente para fornecedores:



Herdade do Carvalhoso http://www.herdadedecarvalhoso.pt/




Conservas de atum Santa Catarina http://www.atumsantacatarina.com/

Casa do Sal da Figueira da Foz http://www.casadosal.pt/

A Milene do Monte Vale de Água (Alentejo)

Amoraterra* Bacelos (Silvia Henriques, Alentejo) amoraterra.bacelos@gmail.com 

e outra vez o Souto Queimado, a Lucie Rousset, a Casa Verde e o Monte Mimo.


Estes fornecedores dão-nos garantias de termos alimentos produzidos sem envenenar a terra, pessoas e animais.

Para saber mais detalhes sobre os critérios dos produtos que escolhemos, apareçam por lá, degustem e conversem connosco.


Bjnhs p`ra aguçar o apetite



Mónica

domingo, 17 de abril de 2016

Sobre cozinha Ética

O básico está na wikipédia:
https://en.wikipedia.org/wiki/Ethical_eating
https://en.wikibooks.org/wiki/Cookbook:Ethics

Sites oficiais:

http://ethicalfoods.com/

http://www.foodethicscouncil.org/


http://food-ethics.com/



Cozinhar com ética. Inspirador!

http://cookswithaconscience.blogspot.pt/2006/06/what-is-ethical-food.html

http://ethicalchef.co.uk/



http://www.greatitalianchefs.com/features/cares-italy-chefs


http://originalbeans.com/ethical-cooking-with-the-seasons/


Revolução na alimentação pública:

Em países anglofanos
http://www.jamieoliverfoodfoundation.org.uk/
http://www.foodrevolutionday.com/

E uma tentativa em Portugal?


Nestes sites encontramos reflexões e informação muito pertinente sobre ética na alimentação. Depois essa reflexão vai afunilando para o vegetarianismo, e mantém-se interessante mesmo para quem não concorda com os argumentos apresentados a favor do vegetarianismo.


http://www.gatoverde.com.br/veganismo/etica-na-alimentacao/



http://blogsaulomoreira.blogspot.pt/2013/04/a-etica-da-alimentacao.html


Agricultura Orgânica/Biológica é ética:

https://www.docelimao.com.br/site/desintoxicante/cultura-organica.html


Peter Singer, filósofo, reflecte  há mais de 40 anos sobre a ética com a qual tratamos animais. Obrigatório!

Um vídeo:
https://www.docelimao.com.br/site/desintoxicante/cultura-organica/2136-etica-na-alimentacao-com-peter-singer.html

Um livro:

http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&task=view&id=1044&Itemid=112


Outros projectos inspiradores:

http://www.foodlinkscommunity.net/foodlinks-home.html


sábado, 9 de abril de 2016

Transgénicos... cuidado com eles!!!

Os transgénicos são seres vivos criados artificialmente em laboratório que vêm trazer muitos perigos desnecessários. Perigos de saúde para as pessoas, desequilíbrios para a Natureza, impactos para a agricultura convencional e biológica devido à contaminação e aparecimento de novas pragas além de prejuízos para a economia pelo aumento do controlo corporativo sobre a alimentação – entre outros. Muitos são os riscos e impactos que já se conhecem sem que haja qualquer vantagem para a saúde ou o ambiente.
A Plataforma Transgénicos Fora é composta por 11 associações que apostam numa agricultura melhor para todos: cidadãos, incluindo agricultores, e todos os que não têm voz, desde o planeta aos que ainda não nasceram. Os únicos que têm a perder com o nosso trabalho são os defensores dos interesses económicos privados das multinacionais do agronegócio que procuram o lucro cego sem se preocupar com a fome, injustiça e degradação que semeiam à sua passagem.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

EARTH FEST

A Casa Verde vai estar no Earth Fest,

 em Monsanto, Lisboa, assegurando a cafetaria com cozinha ética.







A Cozinha Ética pretende ter um impacto ecológico e social sustentável.

Vamos confeccionar refeições que têm por base um modelo

de economia justa, solidária, assente na cooperação, 

confiança e proximidade entre produtores e consumidores, 

sem ter como prioridade o lucro. Vamos comprar alimentos a 

preço justo, a agricultores que protejam os recursos naturais, 

que não põem em risco a vida selvagem, não deixam pesticidas nos solos e na água, não 

destroem a biodiversidade e não agravam as alterações climáticas. O nosso consumo é 

consciente e equilibrado, em compromisso com o ambiente, por isso todos os materiais que 

vamos usar são reutilizáveis numa gestão logística sem desperdício.




Pode ver a animação da divulgação do Earth Fest aqui.

https://www.youtube.com/watch?v=W2bv86KYWnM&authuser=0


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Porque deixei a cidade para viver no campo?


Bem! Porque...

Comecei a reparar que todos os dias comprava qualquer coisa, comida, roupa, elásticos, papel, etc.

Depois, comecei a reparar que muitas das coisas que comprava vinham de longe e por isso gastavam muito gasóleo para chegarem até Lisboa. Vinham de camião, barco ou avião . 
E... o gasóleo polui o ar!

Depois, comecei a reparar que essas coisas que eu comprava eram quase todas feitas em fábricas. 
E... as fábricas deitam fumo, que também polui o ar.

Depois, reparei que a comida que eu comprava e comia, também vinha de uma espécie de fábrica e que os animais que eram criados para eu comer, não eram felizes.

Depois, comecei a reparar que havia mais pessoas sem trabalho, porque as fábricas usam máquinas e por isso precisam de poucas pessoas para trabalhar.

Depois, comecei a reparar que na natureza os animais não ficam desempregados e que antigamente nas aldeias também não havia desemprego.
Tudo se aproveitava, tudo dava muito trabalho a fazer e por isso os filhos aprendiam desde cedo a ajudar.

Depois, reparei que se imaginasse que ficasse sozinha no meio da natureza - que tem tudo o que precisamos para sobreviver - eu não sabia fazer uma casa, não sabia cultivar comida, não sabia onde arranjar água para beber.

Então, fiquei com vontade de aprender a fazer aquilo de que precisamos mesmo: cultivar comida, encontrar água e construir um abrigo.

Fiquei com vontade de usar mais coisas feitas por pessoas do que por máquinas e de cultivar a minha própria comida.

Por isso, fui viver para o campo.
Hoje vivo numa aldeia na Serra do Açor, pertinho da Serra da Estrela.

Mas quando venho à cidade e preciso de comprar alguma coisa, escolho comprar a pessoas que cultivam comida sem estragar a natureza, em vez de comprar às marcas que usam químicos e pagam pouco aos trabalhadores.

Na minha aldeia, guardo a água da chuva para regar, ando a pé, compro muito poucas  no supermercado e não deito quase nada no lixo. 
Os restos de comida são para os animais e procuro reaproveitar o “lixo” que encontro (os pacotes de leite dão óptimos vasos, por exemplo).

Tenho uma horta, como carne de animais que trato muito bem e são felizes (cabras, galinhas, porcos), cozinho à lareira com lenha que já sei apanhar. Seco plantas para chá, seco fruta para o ano inteiro, faço queijo com leite de cabra, faço broa...

Se quiserem fazer uma visita de estudo à minha aldeia, gostava muito de vos receber lá.

Mónica

NOTA: Texto pedido por um amigo, para ler na escola, à sua turma de crianças de 6 a 8 anos.

AMAP

A Associação para a Manutenção da Agricultura de Proximidade (AMAP) é uma parceria directa, baseada na relação humana entre um grupo de consumidores e um ou mais produtores, onde os riscos, responsabilidades e recompensas inerentes à produção agrícola (e produtos transformados provenientes da mesma) são partilhadas, através do estabelecimento de uma ligação de longa duração.

Para saber mais

Para se abastecer por uma AMAP, no Porto. Procure uma perto de si.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Qual a incompatibilidade entre os ordenados que queremos que nos paguem e os preços baixos que gostamos de encontrar quando vamos às compras?

Se reivindicamos salários altos, significa que queremos valorizar a nossa mão de obra.
Queremos valorizar o nosso preço/hora.

Se reivindicamos comida barata significa que estamos a desvalorizar a mão de obra de quem os produziu.
Estamos a desvalorizar o preço/hora do trabalho dos outros.

Parecem 2 movimentos incompatíveis, opostos.
Estamos a dar uma cravo e outra na ferradura.
Queremos sol na eira e chuva no nabal.

Parece que não é compatível que peçamos subida de ordenado e depois andemos à procura de baratezas.
Mais cedo ou mais tarde o nosso ordenado vai ter que descer porque há-de haver quem ache que se deve pagar menos pelo nosso trabalho também.

Temos de escolher: ou queremos artigos baratos para comprar e temos que aceitar que os nossos ordenados também vão ser arrastados por isso
ou queremos ordenados justos e temos de aceitar pagar preços justos pelo que compramos

Porque se o dinheiro circula, em roda, o que vai volta. Se sai pouco entra pouco.

A melhor forma de garantirmos salários justos é comprarmos artigos a preço justo.
Artigos de empresas que paguem de forma justa aos trabalhadores.
Só assim o nosso preço/hora não será regateado também.
Só assim os outros (esses trabalhadores) vão poder continuar a pagar os nossos serviços.

Não será melhor desconfiar do que é barato?
Quantas vezes não temos a noção que o valor que pagámos por uma coisa não serve para pagar o material, o trabalho, a distribuição... todo o processo?

Os preços baixos de hoje são reflexo de uma industrialização poluente ou de uma agricultura subsidiada em gasóleo e herbicidas, fungicidas, etc tudo poluente.
Por isso, a maior parte dos produtos baratos que adquirimos hoje são apenas falsamente baratos. O preço que estamos a pagar por eles é altíssimo.
Pagamos um preço em qualidade do ar, qualidade da água, qualidade da terra, qualidade dos alimentos e por aí fora.

Para garantirmos uma sociedade justa e valorizada precisamos consumir menos quantidade de produtos para comprarmos produtos a preço justo.
Em vez de 5 camisolas a 3€, mais vale comprar uma de 15€ a uma marca com ética.
Na verdade, precisamos de tantas camisolas ou são apenas para nossa vaidade?

Em vez de ir jantar fora, não valerá mais a pena comprar alimentação biológica para cozinhar em casa?


Cada um saberá o que pode e quer fazer.




segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Peixe Ético

Para quem compra peixe e quer comprar peixe pescado de forma ética, sem pôr o peixe em perigo de extinção!
É de Sesimbra, sendo um alimento local para quem está em Lisboa, em vez de ter viajado centenas de kms até chegar à nossa mesa.
Peixe ético!


http://www.omelhorpeixedomundo.com/1/contactos_215344.html


Também temos atum ético para comprar em vez das marcas tradicionais que estão a pôr o atum em risco de extinção. Mesmo dos nossos Açores :)

http://www.atumsantacatarina.com/inicio/



Tudo o que comprarmos em Portugal evita que os nossos filhos e netos tenham de emigrar, vamos dar trabalho aos portugueses em Portugal!


Ando à procura de arroz branco e integral bio/ético em Portugal.
Se conhecerem algum produtor, avisem, sff

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Se Lisboa fosse assim era um sonho / Desafio






Estes vídeos, são inspiradores!
https://youtu.be/xRikS0tW9yc

https://youtu.be/1TR8IQ4_LyA

Dá mesmo vontade de morar lá.
E até tem piscinas, lojas e outras coisas que os jovens gostam :)
http://livecannerydavis.com/#public-spaces-all

Neste site
http://serenbe.com/
Aparece logo um vídeo que é tentador.

Vejam estas fotos :)
http://ranchomissionviejo.com/esencia/#amenities




Podemos tentar aproximar os nossos bairros de bairros como estes.
Nos espaços verdes podemos fazer hortas.
Podemos dinamizar atividades com os jovens do nosso prédio, usando as estruturas montadas na freguesia para os jovens.
Podemos articular com a paróquia e a junta, participando na organização de atividades.
Podemos participar na escola dos nossos filhos com a promoção de atividades (co)organizadas por nós.

Lembremo-nos que a maior parte das ideias não vão ser recebidas.
Mas há sempre alguma que acaba por se implementar.
Nessa lembremo-nos que podem aparecer poucas pessoas, MAS poucas pessoas é bom.
Dinamizar em pequena escala é mais produtivo, menos dispendioso em dinheiro, tempo e energia, por isso o saldo tem mais probabilidades de ser positivo.
Depois veremos outros a fazer a mesma coisa, contagiados pela nossa proatividade.

Qualquer um de nós consegue organizar uma atividade já para março/abril.

Avisem-me do que organizarem.

Eu e a minha vizinha Rita Fouto estivemos esta 2ª feira na Junta da nossa freguesia - Alcântara - porque a Rita descobriu que precisam de ajudar para dinamizar o mercado (aquele espaço onde se vendem legumes, frutas, peixe e carne). Oferecemo-nos para ajudar e ficaram bastante satisfeitos.
Já estamos a esboçar um projeto.

Beijinhos ao dispôr para o que queiram

Mónica




sábado, 30 de janeiro de 2016

Viagens

Tenho observado que a maioria das viagens de fim de ano letivos das escolas, em geral, e as viagens que fazemos são pobres do ponto de vista pedagógico e que passam a mensagem às crianças de que não faz mal gastarmos vários recursos naturais e o nosso dinheiro para puro lazer, apesar de metade dos seres humanos do planeta estarem a morrer de fome.

Há pessoas a morrer de fome no hemisfério sul devido ao uso e abuso de recursos naturais que é feito no hemisfério norte.

Em vez de gastarmos dinheiro futilmente e inconscientemente, talvez seja mais útil e ético doá-lo a instituições que estejam empenhadas em reverter a dependência do petróleo e a dependência dos povos do hemisfério sul em relação aos do hemisfério norte.

Mas se optamos por fazer as viagens na mesma, podem ser viagens que mostram outras realidades e que nos retiram da nossa "redoma urbana de classe média alta".

Por esta razão envio uma série de links de projetos pioneiros na sustentabilidade e maduros na sua existência que valem muito a pena visitar.
São bonitos, mostram que há alternativas à vida urbana tal como a conhecemos.

Tamera, no Alentejo, Odemira.
Têm muita experiência em receber grupos.
Têm uma aldeia solar ,onde toda a energia é solar.
As casas são construídas com fardos de palha e barro.

O lugar do "Olhar Feliz"!
De um casal Belga do mundo da finança que veio viver a sua reforma em Portugal.
Construiram um palácio e um jardim apalaçado onde há quase todas as variedades de frutas que existem. 
Vendem frutas raras para o Japão.

Centro Ambiental de Cabaços
Este Centro, no Alentejo, Odemira dedica-se à bio construção e a 
receber crianças enviadas pela seg social alemã, pré delinquentes, para recuperação.

Herdade do Freixo do Meio
Uma herdade de produção agrícola biológica, sustentável, que fornece Lisboa de alimentação biológica.
O único exemplo de sucesso empresarial em Portugal com ética, que conheço


No Algarve
A Quinta do Vale da Lama


No norte de portugal
A Quinta da cabeça do mato, um exemplo de permacultura já com vários anos.
Onde se têm organizados os Encontros Verde


Pode-se  usar a Rede Convergir, para encontrar outros destinos de interesse
Esta rede mapeia os muitos e variados projetos existentes.


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Festa da Castanha

No domingo 25 de outubro foi a Festa da Castanha no Santuário de Vale de Maceira.
É organizada anualmente pela Junta  da nossa Freguesia - Aldeia das Dez

A Junta convidou-nos a recriar tradições. Aceitámos e a mãe do João recriou uma cozinha antiga e uma "quinta".


Aqui podemos ver a cozinha antiga. À esquerda e em primeiro plano, um canastrão para pisar as castanhas piladas, cheio de castanhas. 
Tinha aprox. 60 kg delas. Venderam-se todas.
 Temos junto à lareira fingida, panelas de ferro, uma candeia em cima da lareira, bancos, a típica vassoura de giesta e o indispensável podão.


Por cima da lareira  temos as chouriças a fumar e o caniço com castanhas a secar para depois serem pisadas no canastrão.


Esta era a nossa banca de venda. Atrás uma cantareira com loiça antiga e cântaros para a água.
Vendíamos broa, as chouriças, chás, maçãs secas, castanha pilada; tudo feito por nós.


À entrada da quinta recebiam-nos os "avós" (matronos feitos pela D. Isabel)




A Quinta tinha uma galinha com os seus pintainhos



 Um palheiro, abóboras, feijoeiros e feijão para debulhar
 














cabrinhas jovens



E alguns pormenores como uns ramos de castanheiros com castanhas o chão e uns ramos de medronheiros com medronhos pelo chão, como costuma ser pelo souto ou pela floresta.


Foi um consolo para quem ainda se lembra destas tradições, do tempo dos seus pais ou avós e a delícia das famílias com crianças.


Se não conhecerem os objetos ou os termos usados não hesitem em perguntar via mail.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Crónica de verão

Por cá o verão não é tão quente como o do Alentejo, mas este ano, vai seco, muito seco!

Ainda temos água para regar, mas há quem diga que não chega até ao fim de Agosto.

Entretanto, já comemos imensos kilos de amoras da linda e grande amoreira do florestado quintal, e outros tantos de framboesas.
Estas têm a particularidade de ficarem fantásticas em sorvete. Já acabaram as framboesas e os sorvetes :(
Mas vamos poder comer delas durante o inverno porque temos doces feitos com amoras, framboesas, groselhas, mirtilos e tudo misturado...
Com a seca, as amoras das silvas não estão a medrar, há algumas mas poucas.

Já comemos alperces e pêssegos, estão a chegar as ameixas e os figos, que já vamos comendo aqui e ali.

Deixámos de fazer queijo, por causa do calor e bebemos leite de cabra ao peq almoço e ao lanche.




Andamos a comer das nossas espigas de milho cozidas, barradas com manteiga.






As cabrinhas já estão "grandinhas" e está a chegar a alturas das suas mães emprenharem outra vez.

Entretanto chegou à "quinta" um porco, o Jeremias, que se tem deliciado com as batatas velhas, porque para nós já começámos a apanhar das novas.

Hoje começaram a nascer os pintainhos, já vi 2, faltam nascer 7.



Apanhámos o centeio todo, as favas (7kg) e as ervilhas (15kg) , mas ainda temos tremoço e tremocilha para apanhar.





As alfaces espigaram muito cedo, mas temos muita beterraba.
As courgettes e os pepinos já têm dado mas os pimentos e o tomate só vão começar agora a dar.

O feijão verde não foi tão forte como o ano passado, mas vai haver muito feijão seco para debulhar.

Os cogumelos já deram e já os acabámos. São bons!


 Andamos a apanhar folhas de "quase tudo" para secar e fazer chá, temos cada vez mais variedade.

 E assim vai a "quinta"!